advogado de marcas e patentes

Advogado de Marcas e Patentes – Novo Hamburgo/RS

Você precisa de um advogado de marcas e patentes quando quer proteger nome, logo, produto ou tecnologia no INPI, sem surpresas no caminho. Portanto, o Dr. Diogo Boos, de Novo Hamburgo-RS, atende clientes em todo o Brasil, com atuação focada em propriedade intelectual e industrial.

Por que contratar um advogado de marcas e patentes

Antes de tudo, registrar marca e patente não é “só preencher formulário”. No entanto, um detalhe errado pode gerar exigência, oposição, atraso ou arquivamento no INPI.

Além disso, o registro certo aumenta o valor do negócio no mercado. Ou seja, você passa a ter um ativo que pode licenciar, ceder e defender.

Porém, existe um ponto que muita gente ignora. Às vezes, o problema não é o registro em si. É escolher a estratégia certa, desde o início.​

Quem é o Dr. Diogo Boos

Primeiramente, o Dr. Diogo Boos é advogado especialista em marcas e patentes, com atuação exclusiva em Propriedade Industrial desde 1996.
Além disso, ele é graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UNISINOS.​
No entanto, o diferencial não é só formação. Ele também possui registro na OAB/RS 39.589.​
Além disso, ele é Agente da Propriedade Industrial, credenciado no INPI/RJ sob o número 0257.

Entretanto, especialização não serve apenas para “protocolar pedido”. Serve para reduzir riscos e aumentar previsibilidade. Portanto, o acompanhamento profissional tende a evitar falhas formais e escolhas ruins de enquadramento.​

Além disso, o Dr. Diogo Boos é de Novo Hamburgo-RS. Porém, o atendimento pode ocorrer para qualquer estado, já que o processo e o acompanhamento são digitais.

Marca e patente: não são a mesma coisa

Em primeiro lugar, marca protege o sinal que identifica seu produto ou serviço. Portanto, ela protege seu nome e sua identidade no mercado.​
Já a patente protege uma invenção ou um modelo de utilidade. Ou seja, ela é voltada para soluções técnicas com requisitos específicos.​

No entanto, muita empresa faz o caminho inverso. Às vezes, tenta “patentear um nome”. Entretanto, nome costuma ser tema de marca, não de patente.

Além disso, as rotas de análise no INPI são diferentes. Portanto, o tipo de proteção define documentos, etapas e prazos críticos.

Como funciona o registro de marca no INPI

Primeiramente, existe o depósito do pedido. Em seguida, o processo entra na tramitação administrativa.​
Depois, ocorre a publicação na RPI, que é a revista oficial do INPI.

Além disso, após a publicação, terceiros podem apresentar oposição em até 60 dias. Portanto, esse período exige atenção e monitoramento.​
No entanto, se houver oposição, o depositante pode responder em 60 dias. Assim, a defesa técnica ajuda a não perder o timing.​

Entretanto, o que derruba muitos pedidos é a escolha ruim de classe e descrição. Além disso, o exame formal pode gerar exigências que precisam de resposta correta.​

Etapas mais comuns da marca

  • Pesquisa de anterioridade e viabilidade, para evitar colisão com marcas existentes.​

  • Depósito do pedido no INPI, com dados e enquadramento corretos.​

  • Publicação na RPI e prazo de oposição de terceiros.

  • Manifestação do depositante, se houver oposição.​

  • Decisão do INPI e manutenção do registro, com acompanhamento contínuo.​

Como funciona o processo de patente no INPI

Antes de tudo, patente tem uma lógica própria. Portanto, existe depósito, sigilo e publicação em fases.​
Além disso, após a publicação, o pedido pode ser examinado tecnicamente, desde que o depositante requeira o exame.

No entanto, há um prazo que não dá para ignorar. O depositante tem até 36 meses, contados do depósito, para requerer o exame. Caso contrário, o pedido pode ser arquivado.
Entretanto, também podem surgir exigências. Assim, cumprir prazos e requisitos evita perdas por inércia.​

Porém, patente não é só “ter uma ideia”. É preciso atender critérios legais e técnicos. Portanto, a orientação especializada ajuda a avaliar se vale o investimento.​

O que um advogado de marcas e patentes faz na prática

Primeiramente, ele ajuda a definir a proteção certa para o seu caso. Ou seja, marca, patente, desenho industrial, direitos autorais ou combinações.
Além disso, ele monta uma estratégia que combina negócio e norma. Portanto, você reduz retrabalho e aumenta chance de deferimento.​

No entanto, o serviço não termina no protocolo. Afinal, o INPI publica movimentos na RPI, e isso exige acompanhamento.
Além disso, existem prazos que podem arquivar pedidos em certas situações. Portanto, o controle de agenda jurídica é decisivo.​

Quando vale procurar o Dr. Diogo Boos

Em primeiro lugar, procure se você vai lançar um nome novo. Portanto, dá para pesquisar e depositar antes de investir em tráfego e fachada.​
Além disso, procure se você já usa a marca e quer regularizar. No entanto, regularizar depois pode ser mais caro, por risco e urgência.​

Entretanto, procure também se recebeu notificação, oposição ou acusação de infração. Assim, resposta rápida e técnica pode evitar escalada do conflito.​

Além disso, se você tem produto técnico, inovação industrial ou solução de utilidade, vale avaliar patente. Portanto, você evita expor sua tecnologia sem proteção.​

Tabela rápida: marca x patente

Ponto Marca Patente
O que protege Identifica produto ou serviço, com exclusividade vinculada ao uso. ​ Invenção ou modelo de utilidade, com requisitos técnicos. ​
Onde tramita INPI, com publicações na RPI. INPI, com depósito, sigilo, publicação e exame técnico. ​
Momento crítico Oposição de terceiros em até 60 dias após a publicação. ​ Requerer exame em até 36 meses do depósito. ​
Erro comum Classe mal escolhida e sinais fracos ou descritivos. ​ Depositar sem avaliar patenteabilidade e estratégia de divulgação. ​

O que mudou recentemente no INPI

Atualmente, o INPI vem divulgando metas e indicadores no Plano de Ação 2026. Portanto, há projeções de desempenho para decisões e prazos médios em patentes.​
Além disso, o INPI prorrogou a Fase I do projeto-piloto de Trâmite Prioritário de Marcas até 30/04/2026.​

No entanto, cada caso tem requisitos específicos para prioridade. Assim, vale checar se o seu pedido se encaixa antes de contar com aceleração.​

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora para registrar uma marca?

Depende do caso e do fluxo do INPI. Porém, o processo passa por publicação na RPI e pelo prazo de oposição de 60 dias, o que já cria uma janela mínima relevante.

Posso usar a marca enquanto o pedido está em análise?

Em geral, você pode usar. No entanto, uso não significa exclusividade automática, e o risco de conflito existe. Portanto, a pesquisa e o depósito bem feitos reduzem sustos.​

Preciso morar no RS para ser atendido?

Não. Afinal, o INPI opera com sistemas digitais e as publicações ocorrem online via RPI. Portanto, o atendimento pode ser nacional.

O que pode fazer um pedido ser arquivado?

Existem hipóteses por perda de prazos e por falhas documentais. Por exemplo, em patentes, há prazos de procuração em certas situações, e perder pode arquivar.​

Como começar o atendimento

Primeiramente, organize o nome da marca, o segmento, e onde você usa. Além disso, se tiver logo, separe arquivos e variações.​
Em seguida, leve também as informações do seu produto ou serviço, porque classe e redação influenciam o resultado. Portanto, quanto mais claro o escopo, melhor a estratégia.​

Entretanto, se você já tem um número de processo no INPI, leve também. Assim, o acompanhamento fica imediato e objetivo.

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